Alberta e a Microeconomia
Este foi um texto escrito numa aula de Microeconomia, okein?
Quando se está numa aula de Microeconomia, com o estômago a dar horas, há várias coisas que se podem fazer para além de admirar o fabuloso corte de cabelo do professor. Uma delas é escrever este texto parvo.
(Acabei de aconselhar uma colega a perder 10 minutos a ler um bocadinho do "Introdução à Economia" do Mankiw. Ela diz que aquilo é muito grande. Eu dizia-te o que é que é grande...)
Parêntesis à parte, resolvi dar voz à minha veia poética - a qual não é nenhuma artéria aorta, mas serve. Aqui estão os versos que me saíram:
Oh Alberta, és tão esperta.
Amo-te tanto,
Que quando a saudade aperta
Só me lembra as tuas curvas de oferta.
Amo-te tanto,
Oh Alberta,
A saudade aperta.
Minha querida, a cura
Para os meus males está em encontrar-te.
Aqui vou eu pelas curvas da procura!
Irei a todo o lado,
Só para encontrar o meu equilíbrio de mercado!
Amo-te tanto,
Oh Alberta,
A saudade aperta.
Oh Alberta,
A saudade aperta.
Oh Alberta, renuncio a tudo!
À bebida, ao fumo, à lei!
Apenas quero que me faças teu Rei,
okey?
Reparai na métrica e na rima inteligente! João Pedro Pais, sois o meu mestre!



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